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	<title>F5 Virtual</title>
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	<description>// blog F5 Virtual</description>
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		<title>F5 Virtual</title>
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		<title>Ferramenta testa a acessibilidade de sites e blogs</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 11:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[opensource]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[web standards]]></category>

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		<description><![CDATA[O governo federal disponibilizou uma ferramenta de avaliação de acessibilidade chamada ASES, que examina e identifica pontos fracos em sites e blogs. Excelente para melhorar a aplicação e corrigir os erros. O ASES é uma ferramenta open source (código aberto, ou seja, permite a melhoria contínua por qualquer desenvolvedor que queira ajudar), seguindo uma tendência [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=12&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal disponibilizou uma ferramenta de avaliação de acessibilidade chamada ASES, que examina e identifica pontos fracos em sites e blogs. Excelente para melhorar a aplicação e corrigir os erros.</p>
<p>O ASES é uma ferramenta open source (código aberto, ou seja, permite a melhoria contínua por qualquer desenvolvedor que queira ajudar), seguindo uma tendência inaugurada pelos softwares e distribuições Linux.</p>
<p><span id="more-12"></span><br />
Acessibilidade é um assunto que deve ser sempre divulgado, relatado, observado e repassado de todas as maneiras possíveis.</p>
<p>Descobri um <a href="https://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-MAG/ases-avaliador-e-simulador-de-acessibilidade-sitios" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">avaliador de acessibilidade</a> (ASES) disponibilizado pelo <a href="https://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-MAG/" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">governo federal eletrônico</a> em conjunto com a <a href="http://www.acessobrasil.org.br/" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">Sociedade Acessibilidade Brasil</a>.  Encontrei o avaliador em andanças, no blog de <a href="http://www.webparatodos.com.br/index.php/quem-sou/" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">Cristian Tretin</a> (Web para todos) e, posteriormente, no blog de <a href="http://marcelotorres-wd.blogspot.com/" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">Marcelo Torres</a>.<br />
Acessibilidade e orientações de como testar ou criar conteúdo acessível devem ser divulgadas por todos os profissionais relacionados com o tema, expandindo e fazendo a informação chegar para todos os desenvolvedores, estudantes e profissionais envolvidos com web, de alguma forma.</p>
<p>O ASES é uma ferramenta excelente e permite que você faça o test-drive de sites e blogs no ítem acessibilidade. Munido das informações sobre os pontos fracos de sua aplicação web, fica mais fácil promover melhorias, corrigir erros e solucionar problemas.</p>
<p>É possível programar uma série de mudanças progressivas em seus projetos web, na questão da acessibilidade, tomando como guia os resultados obtidos por meio da ferramenta citada.</p>
<p>Confira seus principais recursos, de acordo com o <a href="https://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-MAG/ases-avaliador-e-simulador-de-acessibilidade-sitios" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">site oficial</a>:</p>
<ul>
<li> Avaliador de acessibilidade (<a href="https://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-MAG" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">e-MAG</a> e <a href="http://www.maujor.com/w3c/wcagoverview.html" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">WCAG</a>);</li>
<li> Avaliador de <a href="http://www.maujor.com/tutorial/joe/cssjoe1.php" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">CSS</a>;</li>
<li> Avaliador de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/HTML" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">HTML</a> (<a href="http://www.w3.org/TR/html401/" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">4.01</a> e <a href="http://www.maujor.com/w3c/xhtml10_2ed.html">XHTML</a>);</li>
<li> Simuladores de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Leitor_de_tela" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">leitor de tela</a> (tempo) e baixa visão (daltonismo, miopia, catarata);</li>
<li> Ferramenta para selecionar o DocType, conteúdo alternativo, associador de rótulos, links redundantes, corretor de eventos e preenchimento de formulários.</li>
</ul>
<p>Definições básicas dos termos citados:</p>
<p>a) <b>e-MAG</b>: modelo de <a href="https://www.governoeletronico.gov.br/anexos/portaria-no-03-e-mag" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">acessibilidade do governo eletrônico</a>, atendendo as exigências do <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/_ato2004-2006/2004/Decreto/D5296.htm" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">decreto 5.296</a>, sobre acessibilidade.</p>
<p>b) <b>CSS, HTML, XHTML</b>: saiba mais <a href="http://fabianopereiradesigner.blogspot.com/2007/11/os-padres-web-no-foco-do-web-design-20.html" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">neste artigo</a>, publicado em meu blog.</p>
<p>c) <b>Leitor de tela</b>: software especialmente desenvolvido para leitura do conteúdo dos textos de um computador, inclusive website. Ao se escrever um código de acordo com os padrões e normas de acessibilidade, o leitor cumpre sua missão de maneira muito mais eficaz.</p>
<p>E por falar em leitor de tela, sugiro o download do <a href="http://www.nvda-project.org/download.html" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">NVDA</a>.</p>
<p>Trata-se de uma excelente ferramenta freeware que lê o conteúdo do monitor, utilizando a tecnologia de voz sintetizada. Instale e experimente como suas aplicações web são interpretadas por ele. Procure a melhoria de seus trabalhos, tornando-os acessíveis a todos os utilizadores.</p>
<p>Em minhas aulas os alunos sempre solicitam o link de um bom leitor de tela, visando à avaliação da acessibilidade de seus sites. Espero que gostem da sugestão (que, por sinal, é gratuita, diferente de algumas outras soluções encontradas que, apesar de excelentes, são pagas). Caso conheçam outras, compartilhem os links por meio de comentários.</p>
<p><i>Autor: Fabiano Pereira</i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/f5virtual.wordpress.com/12/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/f5virtual.wordpress.com/12/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/f5virtual.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/f5virtual.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/f5virtual.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/f5virtual.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/f5virtual.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/f5virtual.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/f5virtual.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/f5virtual.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/f5virtual.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/f5virtual.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/f5virtual.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/f5virtual.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/f5virtual.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/f5virtual.wordpress.com/12/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=12&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Apple sempre à frente da concorrência</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 11:50:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Este ano a CES (Feira Eletrônica de Consumo, em inglês) não proporcionou o vexame do ano passado, quando o lançamento do iPhone em outra feira eclipsou todas as novidades da feira de Las Vegas. Na época os jornalistas, expositores e visitantes da CES só falavam da apresentação de Steve Jobs na MacWorld Expo. Fofocas e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=11&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano a CES (Feira Eletrônica de Consumo, em inglês) não proporcionou o vexame do ano passado, quando o lançamento do iPhone em outra feira eclipsou todas as novidades da feira de Las Vegas. Na época os jornalistas, expositores e visitantes da CES só falavam da apresentação de Steve Jobs na MacWorld Expo.</p>
<p>Fofocas e boatos à parte, há tempos a MacWorld Expo dita as novidades de tecnologia com antecedência de pelo menos um ano. Exagero? Foi o caso, por exemplo, do desktop Compaq Presario, que tinha o monitor integrado à CPU. Veio depois do Macintosh Classic! Isso acontece regularmente, daí a importância da MacWorld Expo para o mundo da tecnologia. A Apple inova de verdade e é uma das poucas empresas que ainda faz isso.</p>
<p><span id="more-11"></span></p>
<h2>MacBook Air</h2>
<p>Esse ano o grande lançamento da Apple foi um notebook extremamente fino e cheio de novidades. O MacBook Air, que é leve até no nome (repare bem na fonte utilizada na palavra “Air”), dentre outras coisas, conta com um processador 60% menor que os tradicionais, teclado que se auto-ilumina através de um sensor de luminosidade, diversos recursos multi-touch no trackpad e não vem com leitor de CD.</p>
<p>Isso mesmo, a Apple consegue transformar até a falta de um recurso em algo inovador. Foi assim com a adoção do disquete de 3″1/2 polegadas no Macintosh Classic, foi assim com a retirada dos drives de disquete dos iMac e agora inova mais uma vez ao retirar o leitor de CD do Air.</p>
<p>O MacBook Air equipado com Bluetooth e Wi-Fi de última geração se comunica com leitores de CD de outros computadores, estejam eles rodando Windows ou o Mac OS X. Isso mesmo, um aplicativo que acompanha o Air, quando instalado em outros computadores, permite que ele utilize pelo ar um aparelho de CD alheio até mesmo para instalar um aplicativo.</p>
<p>Afinal, quem é que instala aplicativos através de CDs hoje em dia? Está aí a inovação. De minha parte, com exceção do Mac OS X, compro tudo via internet e baixo direto para meu computador. Não me lembro da última vez em que usei um CD de verdade para instalar um programa. E com pendrives de 1GB a preço de banana, quem é que vai utilizar CDs para copiar arquivos de um computador para o outro? É justamente nesse futuro que a Apple está apostando. Ou seja, retirar o leitor de CD do computador libera espaço e reduz peso desnecessário.</p>
<h2>Back-up sem sentir</h2>
<p>Outro recurso que vai pelo ar é o back-up. Com o lançamento do Time Capsule &#8211; um hotspot Wi-Fi equipado com HD &#8211; os usuários farão o back-up de tudo que têm em seus Macs direto para um armazenamento de 500GB ou 1TB. E quando digo usuários, estou sendo injusto: o Time Capsule em realidade funciona em conjunto com o Time Machine do Mac OS X Leopard e faz todo o trabalho sozinho sem que o usuário tenha que se preocupar.</p>
<p>Se você não está entendendo nada do que estou falando, não se preocupe, pois os produtos da Apple são feitos para funcionar sem que você precise entender. O fato é que você terá seu back-up sem se preocupar com isso. Mas se mesmo assim quiser entender, sugiro uma visita a página que <a href="http://www.apple.com/br/macosx/features/timemachine.html" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">descreve o funcionamento do Time Machine</a>.</p>
<p>Em resumo, o MacBook Air não é um Tablet PC (ou Tablet Mac) e muito menos um sub-notebook. Ele é um conceito inteiramente novo.</p>
<p>Por 1.799 dólares nos Estados Unidos, acredito em dois mercados para ele. O primeiro é o mais óbvio: pessoas que viajam muito ou que precisam carregar consigo um notebook. Nesse caso são usuários que já tem outro Mac, provavelmente um iMac ou Mac Pro e uma conta .Mac para sincronizar arquivos e informações e, verdade seja dita, têm muito mais dinheiro do que eu.</p>
<p>Um outro público é o de pessoas comuns que utilizam o computador como uma ferramenta para tarefas do dia-a-dia e que estão dispostas a pagar toda essa quantidade de dinheiro por um computador simples, leve e funcional. Nesse caso também são pessoas com muito mais dinheiro que eu.</p>
<h2>Aluguel de filmes</h2>
<p>Mas a apresentação de Jobs não se resumiu ao Air. Antes dele, um outro assunto também chamou a atenção de aficionados pelo lado entretenimento da Apple. Um acordo com os estúdios permite agora alugar filmes direto do Apple TV completamente remodelado e alguns dólares mais barato. O aluguel de filmes de catálogo custará US$ 2.99 e os lançamentos US$ 3.99. Versões dos filmes em alta definição estão também disponíveis por um dólar a mais.</p>
<p>Transformar o Apple TV em um produto independente do computador foi outra jogada de mestre.</p>
<p>Antes era preciso ter um Mac ou PC, comprar os filmes pelo computador e finalmente sincronizar ou transmitir tudo para o Apple TV para então assistir no aparelho de televisão. Agora é possível comprar no Apple TV ou no computador.</p>
<p>Seja como for, as mídias se complementam automaticamente. Quem não quer se preocupar com o computador pode viver feliz com apenas o Apple TV. Abre-se assim mais um mercado para os produtos da Apple, para atender a grande quantidade de pessoas que quer apenas assistir filmes sem se preocupar com essa coisa complicada chamada computador.</p>
<p>O iPhone também teve seu lugar ao palco. Não foi a estrela principal como no ano passado, mas o tão esperado upgrade 1.1.3 foi lançado e juntamente com ele o grande fiasco do dia: um upgrade para o iPod Touch com cinco aplicativos antes só disponíveis no iPhone pelo preço de 20 dólares.</p>
<p>Silêncio geral na platéia, que, diga-se de passagem, se comportou até bem, dado o ridículo da situação. Os novos Touch virão com essa atualização gratuitamente e todos os iPhones já têm esses aplicativos desde seu lançamento. Ou seja, o que justifica a cobrança? Nada!</p>
<h2>iPodTouch alternativa ao iPhone</h2>
<p>Mas o Touch (com seus 16 GB na versão de maior capacidade, wi-fi, browser Safari, novos aplicativos e o tão esperado SDK que virá em fevereiro) pode ser uma excelente alternativa ao iPhone &#8211; só falta falar e ter a câmera. Arrisco dizer mais. Para mim será a alternativa à dupla iMac + MacBook Air.</p>
<p>Meu G4 é máquina para pelo menos mais uns dois anos, principalmente depois do novo HD de 160 GB, mais memória e em breve o upgrade para o Leopard. E, mais adiante, para fazer par com ele, a mobilidade em tamanho reduzido de um iPod Touch com um bom processador de textos, planilha de cálculo e mais um bocado de aplicativos de produtividade para o dia-a-dia.</p>
<p>Aqui termina a MacWorld Expo 2008. Até o ano que vem, quando as empresas da CES deverão lançar produtos do porte da Apple desse ano e a Apple estará mais uma vez dando um passo adiante de um ano ou mais!</p>
<p>Ouça sobre este assunto em <a href="http://www.vladimircampos.com/podcast/vcp20080119.mp3" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">podcast</a> e assine também o <a href="http://feeds.feedburner.com/vcp" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">feed</a>.</p>
<p><i>Autor: Vladimir Campos</i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/f5virtual.wordpress.com/11/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/f5virtual.wordpress.com/11/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/f5virtual.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/f5virtual.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/f5virtual.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/f5virtual.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/f5virtual.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/f5virtual.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/f5virtual.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/f5virtual.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/f5virtual.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/f5virtual.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/f5virtual.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/f5virtual.wordpress.com/11/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/f5virtual.wordpress.com/11/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/f5virtual.wordpress.com/11/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=11&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Kanamit Web Framework</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 11:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sempre gostei de escrever aqui sobre linguagens “exóticas”. Já houve um tempo em que Python era exótico. Hoje Python é mainstream. Ruby, idem. Há até suporte a Rails no NetBeans 6 e para Python no Visual Studio. Não dá pra ser muito mais mainstream do que isso. Nem todas as linguagens exóticas que eu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=10&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre gostei de escrever aqui sobre linguagens “exóticas”. Já houve um tempo em que Python era exótico. Hoje Python é mainstream. Ruby, idem. Há até suporte a Rails no NetBeans 6 e para Python no Visual Studio. Não dá pra ser muito mais mainstream do que isso.</p>
<p>Nem todas as linguagens exóticas que eu conheci deram certo. Smalltalk, por exemplo, continua sendo aquela linguagem muito sofisticada, anos-luz à frente do Java, mas que quase ninguém usa. Smalltalk tem idéias poderosas demais. A idéia de rodar dentro de uma máquina virtual, de todo o código poder ser examinado e modificado “ao vivo”, do compilador incremental, do class browser, do late-binding, das mensagens… Tudo isso era demais pras cabecinhas da maioria dos programadores que só conseguem entender Visual Basic ou PHP e olha lá.</p>
<p><span id="more-10"></span><br />
Mas “Visual Basic e PHP resolvem todos os meus problemas”, dizem eles. Claro. Se tudo o que eles conhecem se resume a isso, eles não imaginam sequer que existam outros tipos de problema. É uma limitação de capacidade expressiva: eles não têm as ferramentas intelectuais necessárias para expressar as classes de problemas que outras ferramentas expressam e resolvem.</p>
<p>Não se pode pensar em uma lâmpada fluorescente se tudo o que você conhece são pedras lascadas e peles de urso.</p>
<p>Uma outra linguagem muito além do seu tempo é o Lisp. Além do seu tempo porque, se ela é uma coisa poderosa hoje comparada ao que temos hoje, imaginem em 1960 quando ela foi inventada…</p>
<p>Por muito tempo, havia implementações de Lisp para computadores desktop, mas, com processadores de 16 bits e menos de um megabyte de RAM, essas máquinas serviam apenas como brinquedos. Você podia fazer um loop e imprimir 10 vezes “fulano é bobo”, mas não muito mais do que isso.</p>
<p>Naquele tempo, para se rodar programas em Lisp, você precisaria de uma Lisp Machine, um computador dedicado, com um processador único capaz de coisas que nenhum outro processador da época &#8211; ou de hoje &#8211; era capaz de fazer. Eram incrivelmente caras.</p>
<p>Mas as implementações de brinquedo eram o bastante para abrir as cabeças dos jovens computólogos (antes deles se chamarem assim). Lisp e Scheme (um dialeto de Lisp) são usados como ferramenta didática em todos os bons cursos de ciência da computação. Se no seu curso não tem, pare de perder tempo e paça seu dinheiro de volta. Não sei quanto é a mensalidade, mas é certo que o curso vale menos.</p>
<p>E, claro, hoje em dia, temos computadores amplamente capazes de rodar boas implementações de Lisp. Meu notebook consegue emular uma Lisp Machine da Texas Instruments (uma Micro-Explorer) mais depressa do que ela era originalmente.</p>
<h2>Rails e Django</h2>
<p>Há vários meses eu venho explorando, como um side-project da minha carreira de Zopista (quem trabalha com Zope, para os que chegaram ontem e não sabem usar o Google), o Rails e, mais recentemente, o Django. Ambos são frameworks para se desenvolver aplicações web de um jeito muito mais sensato do que se costumava fazer: eles tornam a persistência de objetos no banco de dados uma coisa simples e indolor. Juntam a isso um bom maquinário de templates e pronto.</p>
<p>Você pode fazer uma aplicação web bonita e funcional em poucos minutos. Melhor do que isso &#8211; como eles desincentivam o código-espaguete, você ainda consegue mantê-las depois de seis meses. São um marco na qualidade de software web.</p>
<p>Ainda assim, Python e Ruby carecem de uma certa pureza. São mais pragmáticas do que elegantes.</p>
<h2>Linguagens para tempos mais civilizados</h2>
<p>Uma das coisas que sempre me impressionou no Lisp era como ele é capaz de expressar coisas muito poderosas em estruturas muito concisas. Você trabalha em um nível normalmente reservado ao compilador, mas, ainda assim, é um espaço em que o cérebro consegue funcionar bem e as idéias importantes não ficam escondidas no meio de uma sintaxe forçadamente ALGOL-esca. John McCarthy acertou na mosca, mesmo que, muitos acreditam, tenha sido muita, muita sorte.</p>
<p>Um dia desses, eu conheci mais um framework para web. Só por ser mais um, não haveria vantagem.</p>
<p>Mas esse é mais elegante do que os demais porque é construído em uma base mais elegante. Esse é feito em Lisp.</p>
<p>O <a href="http://www.kanamitweb.net/" title=" (Este link abre uma nova janela!)" target="_blank" rel="externo">Kanamit Web Framework</a> é um golpe de ar fresco em um mundo cada dia mais monótono.</p>
<p>Os autores, Tam e LR (são os nicknames de IRC deles) dizem que já é uma idéia antiga. Eu acredito. É tudo muito bem pensado e redondo.</p>
<p>Aqueles que sabem que eu coleciono computadores interessantes vai adorar saber que eu já localizei, no eBay, uma Symbolics MacIvory só por causa dele. Ela deve estar a caminho agora.</p>
<p><i>Autor: Ricardo Bánffy</i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/f5virtual.wordpress.com/10/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/f5virtual.wordpress.com/10/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/f5virtual.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/f5virtual.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/f5virtual.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/f5virtual.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/f5virtual.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/f5virtual.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/f5virtual.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/f5virtual.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/f5virtual.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/f5virtual.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/f5virtual.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/f5virtual.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/f5virtual.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/f5virtual.wordpress.com/10/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=10&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Vivemos um Big Brother 2.0</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 11:46:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda e MKT]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[A Rede Globo de Televisão fatura milhões com a inserção de publicidade em seu Reality Show que coleta cobaias em um formato muto similar à um &#8220;Show de Truman&#8221;. Mas isso não é tão espetáculo assim&#8230; Se formos pensar, nós, míseros mortais que vivemos e acompanhamos as tendência do século 21, e acreditamos que as [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=9&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Rede Globo de Televisão fatura milhões com a inserção de publicidade em seu Reality Show que coleta cobaias em um formato muto similar à um &#8220;Show de Truman&#8221;.<br />
Mas isso não é tão espetáculo assim&#8230;</p>
<p>Se formos pensar, nós, míseros mortais que vivemos e acompanhamos as tendência do século 21, e acreditamos que as tecnologias estão aí realmente para nos auxiliarem em uma vida mais simplificada e inteligente, também sofremos esse tipo de &#8220;experiência&#8221;. Quem hoje não tem um perfil no Orkut, um Blog para noticiar ou desabafar algo, ou participa de um fórum para mostrar que também é formador de opinião!? O interessante é, que querendo ou não, estamos compartilhando tudo que é nosso, inclusive as nossas maiores particularidades, com os outros.</p>
<p><span id="more-9"></span>Enquanto os protagonistas da televisão, utilizam a Globo para mostrar quem são, nós, míseros mortais que não concorremos há 1 milhão de Reais, utilizamos Orkuts, Fóruns, Messengers, Favebooks, My Spaces, Jaikus e Twitters para fazer praticamente o mesmo.<br />
Por isso que eu digo muitas vezes, que o nosso inconsciente muitas vezes não percebe, mas vivemos em um chamado Big Brother 2.0.</p>
<p>Com o avanço das tecnologias, em prol da sociedade democrática, cada vez mais acabamos sendo espionados um pelos outros.</p>
<p>Por um lado, isso nos ajuda e muito em fortificar o nosso networking.</p>
<p>Eu mesmo, por experiência própria, consegui grandes feitos graças ao blog que eu carrego comigo. Fiz grandes amizades com ele, e espero fazer ainda muitas outras.</p>
<p>São amizades consistentes, digamos, relevantes.</p>
<p>E assim como no programa da emissora de Jacarepaguá, o nosso reality show também não nos obriga à participar. Isso tudo é pura vaidade.</p>
<p>Quem não gosta de ser reconhecido!? Abocanhar um espaço em um universo tendencioso e muitas vezes, por puro &#8220;modismo&#8221;!? O Twitter está aí para responder isso&#8230;</p>
<p>Do outro lado, as empresas mais antenadas e conectadas, estão olhando esses fatores com bons olhos. Outras não.</p>
<p>O porquê de toda essa variedade de opiniões, por parte dos grandes executivos é, que agora, com todas essas redes sociais, onde todos tem voz ativa, fica mais fácil fazer uma simples virgula mal colocada pela instituição, virar alvo de chacotas e comentários desfavoráveis.</p>
<p>Por outro lado, as empresas criam um relacionamento mais humano com seus clientes, fornecedores e afins. E ao escutar mais o público, que de alguma forma consome aqueles seus serviços e produtos, começam a entender mais que são nestas críticas e/ou elogios, que as empresas enxergam as oportunidades de mudança, estratégias mais relevantes e coisas do tipo.</p>
<p>Afinal, todos nós publicitários sabemos, que são nos problemas que encontramos a solução.</p>
<p><i>Autor: Gabriel Jacob</i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/f5virtual.wordpress.com/9/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/f5virtual.wordpress.com/9/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/f5virtual.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/f5virtual.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/f5virtual.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/f5virtual.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/f5virtual.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/f5virtual.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/f5virtual.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/f5virtual.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/f5virtual.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/f5virtual.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/f5virtual.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/f5virtual.wordpress.com/9/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/f5virtual.wordpress.com/9/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/f5virtual.wordpress.com/9/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=9&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Tiago Souza</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Modelos de gestão nas agências: receita ou custos?!</title>
		<link>http://f5virtual.wordpress.com/2008/04/04/modelos-de-gestao-nas-agencias-receita-ou-custos/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 11:41:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[contratos]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>

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		<description><![CDATA[Agências de publicidade e produtoras trabalham dentro de modelos que nem sempre escolhem. A forma como o mercado trabalha e a diferença de lucratividade pode empurrá-las para um modelo ou outro. Talvez este seja um texto chato, mas ainda assim é importante explicar alguns conceitos e algumas diferenças do nosso mercado. O básico todo mundo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=8&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agências de publicidade e produtoras trabalham dentro de modelos que nem sempre escolhem. A forma como o mercado trabalha e a diferença de lucratividade pode empurrá-las para um modelo ou outro.</p>
<p>Talvez este seja um texto chato, mas ainda assim é importante explicar alguns conceitos e algumas diferenças do nosso mercado.</p>
<p><span id="more-8"></span><br />
O básico todo mundo conhece. BV (<a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2007/03/15/a-bonificacao-por-volume-e-o-lucro-das-agencias/">bonificação de volume</a>) de um lado, hora/homem do outro. Fala-se muito sobre o impacto que isso gera na escolha das mídias (a tal falta de neutralidade), mas olhando melhor é possível descobrir outras conseqüências e características destes dois modelos. Apesar de não ser tecnicamente correto, resolvi chamá-los de gestão de receita e gestão de custos.</p>
<h2>Gestão de receita</h2>
<p>Modelo mais comum em agências tradicionais, que detêm clientes com contas anuais e por isso conseguem estimar antes o quanto do montante movimentado ficará na agência (BV + comissão).</p>
<p>Sabendo quanta grana vai entrar, qualquer valor gasto será diminuir o lucro. É por isso que é tão complicado aprovar a contratação de novos postos de trabalho em algumas agências, mesmo com todo mundo virando noite. Um profissional a mais é menos lucro no final do ano.</p>
<p>Por isso também que não existe motivo pra levar o timesheet a sério. Como não se paga hora extra, já se sabe quanto está gastanto e quanto está entrando. Então para o que serve o timesheet? Serve para evitar algum risco trabalhista, ter alguma formalidade na hora de cobrar o cliente ou atender as obrigações legais de sócios gringos. Não serve para medir se um projeto/campanha deu lucro ou prejuízo.</p>
<p>Por isso também que o timesheet nestas agências não costuma pedir detalhamento de projeto, campanhas e nem mesmo o valor específico de horas trabalhadas. Ou é % do tempo total (ou seja, não se apontam horas) ou os profissionais são instruídos para que a soma das horas resulte em 8 horas por dia, mesmo tendo trabalhado 12 ou 14.</p>
<p>Se na teoria as horas não alteram a lucratividade, o gerente de projetos acaba sendo mais atendimento do que projetos, visto que entregar o projeto fora do prazo terá como principal conseqüência um cliente muito muito bravo.</p>
<h2>Gestão de custos</h2>
<p>Modelo usado pela maioria das agências online e em muitas agências de marketing direto, apesar das agências de marketing direto também usarem comissão como forma de receita.</p>
<p>Quantas pessoas são necessárias para entregar este projeto ou campanha? Quanto custa isso? Bota lucro em cima e boas. Este modelo usa como base a hora/homem para estimar seus valores, mas o cliente pode ser cobrado de várias maneiras:</p>
<ul>
<li> hora aberta: vai trabalhando e cobrando de acordo com o relatório de timesheet;</li>
<li> projeto: estimando antes a quantidade de horas necessárias para um projeto e;</li>
<li> retainer fee: um montante de grana por mês para manter uma equipe, por exemplo.</li>
</ul>
<p>Neste modelo, contratar alguém “deveria” significa lucro, pois trabalhando mais, se cobra mais.</p>
<p>Neste modelo, saber exatamente se o que foi trabalhado foi pago é primordial, por isso preencher o timesheet corretamente é lei. E como raramene um cliente aceita o modelo de horas abertas, não preciso dizer que um gerente de projetos incompetente pode dar um baita prejuízo para a agência (e/ou para o cliente).</p>
<p>Aqui abro um parênteses para explicar como é calculado o valor de hora/homem. É chato (mais até que o resto do texto), então quem quiser que pule esta parte.</p>
<p>1. O cálculo começa com o valor de salário.</p>
<p>2. Adicionamos encargos. Com encargos leia-se 13º, férias, INSS, FGTS, incidência do FGTS sobre o 13º, vale transporte, programa alimentação, convênio médico, etc.</p>
<p>3. Depois o overhead. Também conhecido como gastos gerais ou custos indiretos, ou seja, os que não estão diretamente envolvidos na composição dos serviços. Entre eles: aluguel, IPTU, energia elétrica, água, material de escritório, manutenção de equipamentos, seguros, mão de obra indireta (depto administrativo, office-boy, secretária, etc.), etc. Em multinacionais, o salário do CEO entra aqui também. Sim, isso mesmo. Se você é daqueles que diz pro guardinha que te multou que paga o salário dele, você deveria meter o dedo no nariz do CEO e dizer o mesmo <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>4. Por último mas não menos importante, o tal do lucro, afinal, agência não é ONG.</p>
<p>5. A soma destes valores é dividida pela quantidade de horas possíveis de serem vendidas e então chegamos no valor de hora/homem.</p>
<p>6. Algumas empresas utilizam a fórmula acima por tipo de profissional (programador sênior, diretor de arte junior etc.) enquanto outras tiram um preço médio. Neste caso, a hora do programador júnior custa o mesmo que do diretor de criação. Não existe certo ou errado, existe o que é mais adequado para cada empresa.</p>
<h2>Diferentes e iguais</h2>
<p>Dito tudo isso acima, não custa lembrar que se trata de uma generalização do que se vê na prática por aí, mas que muitas das discussões podem ser apenas filosóficas.</p>
<p>Por exemplo, apesar do que eu disse acima, seria fácil defender que o preenchimento correto do timesheet seria benéfico e necessário em qualquer modelo.</p>
<p>Outras afirmações também são questionáveis. Por exemplo, empresas sérias costumam analisar bastante antes de aumentar suas equipes, por isso a aprovação de uma nova vaga pode ser complicada em ambos os casos.</p>
<p>Além disso, o modelo de gestão de custos pode parecer mais transparente, mas na prática, a transparência vêm do relacionamento entre agência e cliente, não do modelo de cobrança.</p>
<p>A escolha do modelo nem sempre é opção da agência. A forma como o mercado trabalha, como os anunciantes estão acostumados a pagar e a diferença de lucratividade pode empurrar a agência para um modelo ou outro.</p>
<p>O que daria pra dizer, apesar de também ser discutível, é que existe uma tendência de longo prazo (e não me pergunte quão longo) de valorização do retainer fee. Em outras palavras, o cliente pagar um preço fixo para uma determinada equipe.</p>
<p>Também não é necessário dizer que uma empresa mal gerida terá problemas independente do modelo utilizado.</p>
<p>Para fechar, vale dizer que hoje, dado a transformação do mercado, é comum encontrar agências que ganham com BV, comissão, retainer fee, hora/homem e até sucess fee, tudo junto e convivendo bem…</p>
<p>…ou não.</p>
<p><i>Autor: Ricardo Cavallini</i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/f5virtual.wordpress.com/8/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/f5virtual.wordpress.com/8/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/f5virtual.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/f5virtual.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/f5virtual.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/f5virtual.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/f5virtual.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/f5virtual.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/f5virtual.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/f5virtual.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/f5virtual.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/f5virtual.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/f5virtual.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/f5virtual.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/f5virtual.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/f5virtual.wordpress.com/8/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=8&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Sobre o design 2.0 e a função dos modismos</title>
		<link>http://f5virtual.wordpress.com/2008/04/04/sobre-o-design-20-e-a-funcao-dos-modismos/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 11:39:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdo colaborativo]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[O design é sempre um ofício que visa melhorar a vida das pessoas. Modas e tendências vêm e vão e são apenas meios que utilizamos para comunicar códigos e dar vazão às idéias. Você concorda?! Cantos arredondados, degradês, imagens espelhadas, cores vivas… qual é o nome daquele produto de limpeza? Ah! Ajax! Será que tudo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=7&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O design é sempre um ofício que visa melhorar a vida das pessoas. Modas e tendências vêm e vão e são apenas meios que utilizamos para comunicar códigos e dar vazão às idéias.</p>
<p>Você concorda?!</p>
<p><span id="more-7"></span><br />
Cantos arredondados, degradês, imagens espelhadas, cores vivas… qual é o nome daquele produto de limpeza? Ah! Ajax! Será que tudo isso atualiza o design para sua versão 2.0?</p>
<p>Estava aqui lendo os meus feeds quando deparo com um link para uma <a href="http://www.slideshare.net/elliotjaystocks/fowd-november-2007/" rel="”externo”">reclamação de designers insatisfeitos</a> com a “estética web 2.0″. Isso me fez lembrar uma época longínqua quando os logos “tinham que ser dinâmicos”, com curvas e elipses para todos os lados &#8211; era até possível ouvir o <i>swuuuuuuuuuush!</i> quando passavam em nossa frente com formas aerodinâmicas. Tive a minha cota de curvas naquela época, afinal eu não era designer.</p>
<p>Mas os designers em polvorosa com a discussão acima trouxeram essa nostalgia de volta à minha realidade. Vou tentar explicar porque o design não é web 2.0.</p>
<h2>Modismo e vendas</h2>
<p>Ah, doce modismo e seu efeito avassalador! Alguém aqui se lembra da época em que muitas moças tinham uma <i>pulserinha da Jade</i>? Ou então <i>tênis New Balance</i>? Até eu tive um <i>relógio Iron man</i>! Confessa: ou você está lendo isso com um sorriso no rosto (denunciando a sua idade) ou está com um enorme ponto de exclamação na testa.</p>
<p>Não importa a sua situação etária; modismos vêm e vão, assim como as ondas do mar. O “design web 2.0″ é um desses modismos. Ele não é mais original. Foi uma fórmula que teve seu momento de glória e agora está em todas as banquinhas e lojas do Promocenter.</p>
<p>Ele vende? Com certeza, mas ele deixou de ser a solução de um projeto. Afinal não temos que pensar mais &#8211; o cliente vem e nos diz: <i>“Me vê um design 2.0 bem fresquinho aí!”</i> &#8211; se ele já sabe a solução, por que precisaria de um designer?</p>
<h2>Uma mudança social</h2>
<p>O cerne da questão sobre o que se convencionou chamar de web 2.0 (o próprio termo se tornou datado) não é puramente tecnológico ou estético, mas sim uma quebra de diversos paradigmas sócio-culturais que estão tornando sites, marcas e empresas mais acessíveis &#8211; “próximas” de seus consumidores, tornando-se uma espécie de “meio de campo” para as tribos que alimentam suas marcas.</p>
<p>Quando um desenhador pensa 2.0 (se é que isso existe), na verdade ele põe em sua prancheta idéias e soluções que possibilitem a interação entre pessoas. O exemplo mais simples desse tipo de pensamento são as caixinhas de comentários.</p>
<p>Quando o Webinsider não possuía ainda um mecanismo de comentários, tínhamos ótimos textos que acabavam nos créditos do autor. Não havia maiores complementos ou troca de informação, a não ser que você enviasse um e-mail para o editor do site ou ao autor do artigo.</p>
<p>Hoje, ao permitir que alguém comente um artigo ou imagem (no caso dos fotologs e flickrs da vida), temos aí a quebra do paradigma: não existe mais um ponto final; surgem diversas vírgulas e cada indivíduo acrescenta conteúdo à obra original. Nunca na história da humanidade houve uma forma tão hábil e rica de se construir conhecimento (estou exagerando?)</p>
<h2>Design is always design</h2>
<p>Não será com a invenção dos <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Holodeck" rel="”externo”">holodecks</a> que o design vai mudar. Design sempre será design; sempre será um ofício que visa melhorar a vida das pessoas (seja fisicamente ou emocionalmente). Web 1.0, 2.0, 3.0 ou 4.0 como o último Duro de Matar são apenas mais meios que o homo sapiens tem para se comunicar e dar vazão às idéias. E não importa a versão, o design sempre estará aí, pronto para fazer o seu trabalho; seja ele qual for.</p>
<p><i>Autor: Fabio Sousa</i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/f5virtual.wordpress.com/7/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/f5virtual.wordpress.com/7/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/f5virtual.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/f5virtual.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/f5virtual.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/f5virtual.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/f5virtual.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/f5virtual.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/f5virtual.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/f5virtual.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/f5virtual.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/f5virtual.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/f5virtual.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/f5virtual.wordpress.com/7/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/f5virtual.wordpress.com/7/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/f5virtual.wordpress.com/7/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=7&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Aplicativo pela metade ou metade do aplicativo?!</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 11:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você não tivesse dinheiro nem prazo suficiente, o que você escolheria?! Um aplicativo pela metade ou a metade do aplicativo?! Vamos começar explicando a diferença entre as duas alternativas. 1) Um aplicativo pela metade é aquele que deixa de lado algumas questões como segurança, velocidade e integridade dos dados, mas obedece ao escopo definido. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=6&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você não tivesse dinheiro nem prazo suficiente, o que você escolheria?! Um aplicativo pela metade ou a metade do aplicativo?!</p>
<p>Vamos começar explicando a diferença entre as duas alternativas.</p>
<p>1) Um aplicativo pela metade é aquele que deixa de lado algumas questões como segurança, velocidade e integridade dos dados, mas obedece ao escopo definido.<br />
2) A metade de um aplicativo é quando seu aplicativo não faz tudo o que estava planejado, mas dá garantia do pouco que faz.</p>
<p><span id="more-6"></span>Dito assim, podemos pensar que fica um pouco mais fácil decidir. Mas nem sempre.</p>
<p>Vejamos as vantagens de uma e de outra alternativa.</p>
<p>1) Aplicativo pela metade<br />
a) Atende ao escopo planejado. (Isso evita desgaste com a sua gerência)<br />
b) O desenvolvimento estará terminado e já começará a fase de manutenção e ajustes.<br />
c) As deficiências poderão ser detectadas e consertadas com o tempo.</p>
<p>2) Metade do aplicativo<br />
a) Garante a integridade dos dados.<br />
b) Por ser menor, é mais fácil de ser ajustado e menos sujeito a defeitos.<br />
c) As funcionalidades faltantes podem ser adicionadas aos poucos.</p>
<p>É&#8230; se você está numa situação como essa, tem uma tarefa delicada e difícil pela frente. Você terá que apaziguar ânimos, negociar prioridades e flexibilizar metas. Mas aqui vai uma dica: escolha sempre que possível a alternativa número 2; a metade do aplicativo.</p>
<p>Deixe para segundo plano aquelas funcionalidades que parecem importantes, mas que podem ser deixadas para um pouco mais tarde. Aquelas, que não são fundamentais, apesar de serem bacanas.</p>
<p>Eu sempre costumo dizer que &#8220;se não puder fazer tudo, faça tudo que puder&#8221;. Sei que nem sempre o &#8220;tudo que eu posso&#8221; é o suficiente. Você realmente corre esse risco, mas não corre o risco de fazer um &#8220;completo&#8221; só de fachada. Tente negociar. Não brinque de faz-de-conta. Priorize a necessidade e não as vontades pessoais.</p>
<p>As pessoas preferem não ter uma coisa, do que tê-la e não poderem confiar nela. Vamos a alguns exemplos práticos?<br />
a) Você prefere ter um relógio que vive atrasando ou não ter nenhum?<br />
b) É preferível um computador lento e robusto ou um mais rápido que vive travando?<br />
c) É melhor uma conexão à internet lenta e estável ou uma mais veloz que cai toda hora?</p>
<p>Percebeu? Fazendo apenas parte do aplicativo, mas tendo essa parte bem feita, preocupando-se principalmente com a integridade dos dados e dos processos, você não terá dor de cabeça para consertar muita coisa quando seu aplicativo entrar em produção. Essa estratégia lhe dará tempo para iniciar novas funcionalidades logo, ao invés de ter que se preocupar com quebra-galhos para acertar dados comprometidos.</p>
<p>Se você tiver que abrir mão de alguma coisa num aplicativo, abra mão de velocidade, de funcionalidades, de módulos inteiros até! Mas nunca abra mão da qualidade dos dados. Afinal de contas, é para isso que existe um aplicativo: para agir sobre alguns (ou muitos) dados.</p>
<p>Hoje seu escopo inicial não está totalmente atendido; mas em breve ele estará, pois você não gastará tanto tempo consertando defeitos. Afinal de contas, de que vale entregar o escopo completo e ter o cliente insatisfeito e pronto para mudar de fornecedor na primeira oportunidade? Se isso acontecer, o &#8220;tudo&#8221; que você entregou será transformado em nada.</p>
<p>Aqui vai uma ajudinha para você escolher quais funcionalidades devem ser retiradas ou mantidas: <a href="http://www.outrolado.com.br/Artigos/nao_deforma__nao_tem_cheiro_e_nao_solta_as_tiras">Não deforma, não tem cheiro e não solta as tiras</a></p>
<p>Faça pouco, faça rápido, mas faça bem feito. Portanto, &#8220;se não puder fazer tudo, faça tudo que puder&#8221;.</p>
<p><i>Autor: Vinicius Assef</i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/f5virtual.wordpress.com/6/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/f5virtual.wordpress.com/6/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/f5virtual.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/f5virtual.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/f5virtual.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/f5virtual.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/f5virtual.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/f5virtual.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/f5virtual.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/f5virtual.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/f5virtual.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/f5virtual.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/f5virtual.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/f5virtual.wordpress.com/6/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/f5virtual.wordpress.com/6/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/f5virtual.wordpress.com/6/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=6&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Como os sapatos explicam a comunicação hoje</title>
		<link>http://f5virtual.wordpress.com/2008/04/04/como-os-sapatos-explicam-a-comunicacao-hoje/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 11:32:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criação]]></category>
		<category><![CDATA[Redação]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um artigo que pretende discutir um pouco sobre algumas características dos dias de hoje, quando o Google mostra o caminho para sites que ensinam desde como fazer a barba sem se cortar, até como produzir sua própria bomba atômica com alguns cds, uma batata e um microondas. Primeiro, um clichê: o maior progresso [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=5&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é um artigo que pretende discutir um pouco sobre algumas características dos dias de hoje, quando o Google mostra o caminho para sites que ensinam desde como fazer a barba sem se cortar, até como produzir sua própria bomba atômica com alguns cds, uma batata e um microondas.</p>
<p>Primeiro, um clichê: o maior progresso dos dias atuais decorre da democratização do acesso as ferramentas. Ou seja, todos têm à disposição uma gama de possibilidades infinitas, de descobertas e compartilhamentos. Mas não vou falar em termos complicados como web 2.0, social media, social bookmarking e outros palavrões.</p>
<p><b>Vou falar de sapatos!</b></p>
<p><span id="more-5"></span>Mas para isso, voltemos para tempos longínquos, quando a revolução industrial ainda nem se esboçava na cabeça dos aldeões, cujas preocupações máximas se estendiam ao jantar e às curvas da vizinha. Naqueles tempos, se você precisasse de um sapato, você procuraria Sir Jones Sapateiro, ele esfregaria as mãos em sua longa barba, mediria o seu pé, e dentro de alguns dias lhe entregaria o seu sapato em troca de um dos porcos de sua criação.</p>
<p>O porco virou dinheiro, as curvas da vizinha ficaram mais caras, e surgiram as fábricas, indústrias, lojas e outras grandes invenções cujo propósito maior foi o de levar Sir Jones Sapateiro à falência. Mas eram tempos prósperos, havia sapatos a todos! Aos ricos, à burguesia, e aos não-tão-pobres!</p>
<p><b>E o quê sapatos têm a ver com comunicação? Calma, ainda chego lá!</b></p>
<p>Como disse no começo do artigo, o maior progresso dos dias atuais decorre da democr……z z z Z Z Z<br />
<b><br />
Enfim, o famigerado advento da internet!</b></p>
<p>E todo mundo aprendeu a fazer sapatos! Todas as raças de todos os estilos aprenderam a fabricar os seus próprios sapatos, e não somente, mas também produzir, distribuir, vender, dar, fazer o que quiserem com tantos sapatos! E sapatos e mais sapatos e mais sapatos. Dentro destes, toda a sorte: bons, grandes, azuis, pequenos, ruins.</p>
<p>Com tantos calçados à disposição, acontecem três coisas curiosas:</p>
<p>1- Alguns ótimos novos sapateiros com um pouco de sorte se destacam na multidão.<br />
2- As fábricas não desaparecem. Se você precisa de um sapato, provavelmente vai procurá-lo com quem realmente tem experiência no assunto.<br />
3- Sir Jones Sapateiro, apesar dos 500 anos de idade, volta a fazer sapatos, reaparecido de alguma mistura dos dois itens anteriores. E seus sapatos exclusivos passam a custar uma fortuna!</p>
<p><b>Chega de sapatos! Este é um texto sobre informação!</b></p>
<p>Voltemos então a um tempo quando nenhum homem sequer sonhava em dar o estranho nome de Gutemberg a um filho seu.</p>
<p>Algumas pessoas tinham informações. Eram poucas, e se não governavam grandes porções de terras, estavam ao lado do dono. Informação era basicamente poder!</p>
<p>Nasce o tal Johannes Gutemberg, e anos depois os livros passam a ser impressos, nascem os jornais, as revistas, as revistas de fofocas, as revistas pornográficas, e todos podem agora ver as curvas da vizinha de Sir Jones Sapateiro!</p>
<p>E inventou-se a primeira democratização das curvas da vizinha da informação!</p>
<p><b>E enfim, o famigerado advento da internet!</b></p>
<p>Agora as pessoas não somente consomem informação, mas a produzem também, as ferramentas se tornam acessíveis, o caos se instaura e o mundo é tomado por sapatos informações para todo o lado!</p>
<p>Com tanta informação à disposição, acontecem três coisas curiosas:</p>
<p>1- Algumas pessoas talentosas se destacam na multidão.<br />
2- Os jornais e revistas não desaparecem, continuam como uma sólida fonte de informação confiável, em grande parte devido à experiência no assunto.<br />
3- Em um mundo sedento por dados, as pessoas com informações exclusivas e valiosas se tornam mais poderosas do que nunca!<br />
Como queríamos demonstrar, informação e sapato é a mesma coisa!</p>
<p><b>Agora vejamos por quê você precisa aprender a costurar o couro direito:</b></p>
<p>Em um mar de sapatos, o nome do fabricante se torna realmente importante. Mais do que um atestado de qualidade, estabelece um vínculo que faz você ter certeza de estar comprando realmente um sapato, e não um chinelo revestido. (Branding, alguém?)</p>
<p>Em um mundo que o produtor se torna tão ou mais importante que o produto, como nós aplicamos isso à mensagem? Vamos lá, acompanhem o meu raciocínio:</p>
<p><b>Sapato de Marca</b></p>
<p>1- Materiais de Ponta<br />
2- Execução cuidadosa<br />
3- Acabamento impecável<br />
4- Hype, mania, fama, popularidade, ou qualquer outro nome que queira colocar aqui.</p>
<p><b>Grandes veículos de Comunicação</b></p>
<p>1- Fontes confiáveis, diversificadas e seguras<br />
2- Estilo, execução cuidadosa<br />
3- Acabamento, layout impecável<br />
4- Hype, mania, fama, popularidade, ou qualquer outro nome que queira colocar aqui.</p>
<p>Acho que já está bem claro por quê você deve tratar a sua mensagem como um produto. Ele vai refletir a sua origem, e será a diferença entre ser ou não ser.</p>
<p>Fácil! Tão fácil quanto produzir um Louis Vuitton!</p>
<p><i>Autor: Rodrigo van Kampen</i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/f5virtual.wordpress.com/5/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/f5virtual.wordpress.com/5/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/f5virtual.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/f5virtual.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/f5virtual.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/f5virtual.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/f5virtual.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/f5virtual.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/f5virtual.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/f5virtual.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/f5virtual.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/f5virtual.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/f5virtual.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/f5virtual.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/f5virtual.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/f5virtual.wordpress.com/5/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=5&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Pequena empresa para começar</title>
		<link>http://f5virtual.wordpress.com/2008/04/04/pequena-empresa-para-comecar/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 11:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[Creio que todos os profissionais novatos e veteranos queiram trabalhar numa grande empresa por vários motivos, desde orgulho por fazer parte de uma grande instituição até os salários e benefícios melhores. A questão é que pouca gente percebe a importância de trabalhar numa pequena empresa. Algumas das vantagens, principalmente para novatos no mercado, é ter [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=4&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Creio que todos os profissionais novatos e veteranos queiram trabalhar numa grande empresa por vários motivos, desde orgulho por fazer parte de uma grande instituição até os salários e benefícios melhores.</p>
<p>A questão é que pouca gente percebe a importância de trabalhar numa pequena empresa. Algumas das vantagens, principalmente para novatos no mercado, é ter contato com várias áreas, quase sempre o processo depende da sua ação em vários, senão em todas, as etapas do trabalho.</p>
<p><span id="more-4"></span>Isso ajuda a criar maior desenvoltura para lidar com problemas, com clientes, com outros profissionais, te ensina a escutar, servir e aprimora a capacidade de trabalhar em equipe. Ou seja, uma pequena empresa dinâmica te ajuda a desenvolver quase todos os atributos que precisa para ser um líder dentro de uma grande empresa.</p>
<p>Outra vantagem é que geralmente você esta bem perto dos donos e querendo ou não fica bem perto (e responsável) pelas receitas e gastos da empresa, há um maior entendimento da relação de serviço e remuneração. Não como em várias grandes empresas onde tendo ou não trabalho você recebe seu salário de forma mágica todo mês.</p>
<p>Pequenas empresas também costumam te dar liberdade para implantar novas tecnologias, elaborar processos e até dar sugestões na direção. Você pode trabalhar em várias funções e se aprimorar em várias áreas.</p>
<p>Mas claro, nem tudo é um mar de rosas, geralmente empresas pequenas pagam menos, geram mais stress por causa da carga de responsabilidades e nem sempre são organizadas. É uma fase dura, muito trabalho e pouco dinheiro, mas costumo dizer que não se ganha unidades monetárias, mas créditos para o futuro, é um bom investimento para quem não tem medo de trabalho e precisa começar por algum lugar.</p>
<p>Não se sinta prejudicado por estar numa empresa pequena ganhando menos, com certeza sua grande chance chegará e você estará bem preparado.</p>
<p><i>Autor: Pierre Sandora de Almeida</i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/f5virtual.wordpress.com/4/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/f5virtual.wordpress.com/4/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/f5virtual.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/f5virtual.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/f5virtual.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/f5virtual.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/f5virtual.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/f5virtual.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/f5virtual.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/f5virtual.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/f5virtual.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/f5virtual.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/f5virtual.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/f5virtual.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/f5virtual.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/f5virtual.wordpress.com/4/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=4&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Tiago Souza</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A visibilidade das marcas no século 21</title>
		<link>http://f5virtual.wordpress.com/2008/04/04/a-visibilidade-das-marcas-no-seculo-21/</link>
		<comments>http://f5virtual.wordpress.com/2008/04/04/a-visibilidade-das-marcas-no-seculo-21/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 11:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tiago Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>

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		<description><![CDATA[Identificar onde o público-alvo está e colocar a marca lá. Esta é a essência. O problema é que a forma tradicional de pensar marcas e promoção considera quase sempre um contexto apenas semi-atualizado. Sim, é bom colocar já no título uma diferenciação por século, pois é justamente este o impacto que esta reflexão pretende provocar: [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=3&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Identificar onde o público-alvo está e colocar a marca lá. Esta é a essência. O problema é que a forma tradicional de pensar marcas e promoção considera quase sempre um contexto apenas semi-atualizado.</p>
<p><span id="more-3"></span>Sim, é bom colocar já no título uma diferenciação por século, pois é justamente este o impacto que esta reflexão pretende provocar: o que significava divulgar, promover, propagar e solidificar uma marca até o final do século passado e de que maneira estas mesmas missões deveriam ser encaminhadas agora, no século 21.</p>
<p>Pois é, já faz quase uma década que estamos em um novo século. Mas o tratamento dado às marcas, de uma forma geral, continua sendo muito “receita de bolo”. Muito 1990. Se funciona? Sim, funciona. Ainda…</p>
<p>A boa notícia é que o segredo continua sendo o mesmo: identificar onde o público-alvo está e colocar a marca lá. Esta é a essência. O problema é que a forma tradicional de pensar marcas/propaganda/promoção considera quase sempre – quase, ressalto &#8211; um contexto apenas semi-atualizado. Vislumbra somente os pontos do nosso velho e bom mundo real como “visitáveis” pelas pessoas. Se existe outro mundo, que não seja o real? Sim, existe. Mas falaremos dele mais abaixo…</p>
<p>Ainda no contexto tradicional, se os consumidores almejados freqüentam shopping centers, investe-se em mídia visual no próprio shopping e em suas cercanias; se estão em estádios de futebol, mesma estratégia; se são leitores de um grande periódico, anúncio lá. Idem para um programa ou canal de TV. Tudo isso continua valendo, é correto e não acabará tão cedo.</p>
<h3><b>Ele está na internet…</b></h3>
<p>Porém, a grande questão é que hoje, graças à internet, o público pode “estar” – e está – em lugares “não-físicos”, por assim dizer. Quantas vezes você já perguntou por alguém e escutou: &#8211; “Ele está na internet!” Mas, na internet onde, especificamente? No MSN, conversando? No Orkut ou no LinkedIn, ampliando contatos? No Google, pesquisando? No YouTube, vendo vídeos?</p>
<p>No Second Life (xiii, será que alguém ainda vai lá?!?!?), voando? Ou estaria no UOL, no Estadao.com, no G1, no ClicRBS ou na BBC Brasil, lendo notícias? Poderia ainda estar na Loja X, ou na Loja Y, comprando.</p>
<p>Aqui está o impacto que traz consigo a força simbólica de uma mudança de século: as pessoas estão cada vez mais freqüentando locais “virtuais” (no parágrafo acima citei nominalmente 11 deles, de um universo de milhares) e, por conseqüência, estas mesmas pessoas estão cada vez menos enxergando as mídias costumeiramente utilizadas.</p>
<p>Então, anunciar e expor a marca apenas em locais físicos, em papel, nas ondas de rádio e TV, acaba excluindo uma parcela cada vez mais significativa de pontos de contato com potenciais clientes. Agora passo uma notícia defasada: <i>Web ultrapassa TV e jornais como mídia mais consumida no mundo, diz ONU</i>. Esta foi a conclusão do estudo Digital Life 2006, realizado pela entidade. Estamos em 2008, mas a TV e os jornais desta notícia de 2006 continuam sem sofrer questionamentos na hora de abocanhar verbas de comunicação.</p>
<p>É bem verdade que já são muitas e muitas as empresas que perceberam esta migração de destino (do real para o virtual) e têm inserido a internet nos seus planejamentos estratégicos. Assim como também é fato que as agências de propaganda, legítimas “belas adormecidas” da era digital, despertaram do seu torpor com o doce beijo de um príncipe chamado “Custo-Benefício” (sobrenome “Efetividade”) e aderiram a estratégias interativas.</p>
<p>Nem todas elas, deve-se salientar, e nem sempre fazendo da melhor forma, ou explorando todas as possibilidades. Mas esta já é outra discussão (e bem cabeluda!). O fato – positivo – é que estamos todos olhando para o mundo digital e percebendo que ali falta exposição de marca. E que quando ela ocorrer, deverá ser realizada de forma adequada, respeitando todas as peculiaridades que um meio interativo e dinâmico tem.</p>
<p>Há muitas agências digitais trabalhando este novo modelo, em todo o mundo. No Brasil não é diferente. E sem a acalorada polarização que por vezes surge entre as agências “tradicionais” e as “digitais”.</p>
<p>Mas, sim, fazendo a convergência destes dois mundos, sincronizando anúncios em papel com ações virtuais, cruzando informações de web analytics (nova disciplina em ascensão) com resultados de pesquisas de mercado. Realizando, enfim, um trabalho muito mais rico e preciso do que… no século passado!</p>
<p><i>Autor: Ricardo Formighieri de Bem<br />
(diretor executivo da Divex Tecnologia e integrante da diretoria da AGADi – Associação Gaúcha das Agências Digitais)</i></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/f5virtual.wordpress.com/3/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/f5virtual.wordpress.com/3/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/f5virtual.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/f5virtual.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/f5virtual.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/f5virtual.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/f5virtual.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/f5virtual.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/f5virtual.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/f5virtual.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/f5virtual.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/f5virtual.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/f5virtual.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/f5virtual.wordpress.com/3/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/f5virtual.wordpress.com/3/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/f5virtual.wordpress.com/3/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=f5virtual.wordpress.com&amp;blog=3375820&amp;post=3&amp;subd=f5virtual&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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